sábado, 24 de janeiro de 2009

APOCALIPSE - UM LIVRO LITERAL









7 Aos vinte e quatro dias do mês undécimo, que é o mês de sebate,
no segundo ano de Dario, veio a palavra do Senhor ao profeta Zacarias,
filho de Berequias, filho de Ido, dizendo:


8
Olhei de noite, e vi um homem montado num cavalo vermelho, e ele estava parado entre as murtas que se achavam no vale; e atrás dele estavam cavalos vermelhos, baios e brancos.


9
Então perguntei: Meu Senhor, quem são estes? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Eu te mostrarei o que estes são.

10 Respondeu, pois, o homem que estava parado entre as murtas, e disse:

Estes são os que o Senhor tem enviado para percorrerem a terra.

11 E eles responderam ao anjo do Senhor, que estava parado entre as murtas, e disseram: Nós temos percorrido a terra, e eis que a terra toda está tranqüila e em descanso.

12 Então o anjo do Senhor respondeu, e disse: O Senhor dos exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém, e das cidades de Judá, contra as quais estiveste indignado estes setenta anos?

13 Respondeu o Senhor ao anjo que falava comigo, com palavras boas, palavras consoladoras.

14 O anjo, pois, que falava comigo, disse-me: Clama, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: Com grande zelo estou zelando por Jerusalém e por Sião.

15 E estou grandemente indignado contra as nações em descanso;

porque eu estava um pouco indignado, mas eles agravaram o mal.

16 Portanto, o Senhor diz assim: Voltei-me, agora, para Jerusalém com misericórdia; nela será edificada a minha casa, diz o Senhor dos exércitos, e o cordel será estendido sobre Jerusalém.

17 Clama outra vez, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: As minhas cidades ainda se transbordarão de bens; e o Senhor ainda consolará a Sião, e ainda escolherá a Jerusalém.

18 Levantei os meus olhos, e olhei, e eis quatro chifres.

19 Eu perguntei ao anjo que falava comigo: Que é isto? Ele me respondeu:

Estes são os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém.

20 O Senhor mostrou-me também quatro ferreiros.

21 Então perguntei: Que vêm estes a fazer? Ele respondeu, dizendo:

Estes são os chifres que dispersaram Judá, de maneira que ninguém levantou a cabeça; mas estes vieram para os amedrontarem, para derrubarem os chifres das nações que levantaram os seus chifres contra a terra de Judá, a fim de a espalharem.

1 No ano terceiro de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome se chama Beltessazar, uma palavra verdadeira concernente a um grande conflito;

e ele entendeu esta palavra, e teve entendimento da visão.

2 Naqueles dias eu, Daniel, estava pranteando por três semanas inteiras.

3 Nenhuma coisa desejável comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas completas.

4 No dia vinte e quatro do primeiro mês,
estava eu à borda do grande rio, o Tigre;

5 levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz;

6 o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão.

7 Ora, só eu, Daniel, vi aquela visão; pois os homens que estavam comigo não a viram: não obstante, caiu sobre eles um grande temor, e fugiram para se esconder.

8 Fiquei pois eu só a contemplar a grande visão, e não ficou força em mim; desfigurou-se a feição do meu rosto, e não retive força alguma.

9 Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra.

10 E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.

11 E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo.

12 Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim.

13 Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.

14 Agora vim, para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos derradeiros dias; pois a visão se refere a dias ainda distantes.

15 Ao falar ele comigo estas palavras, abaixei o rosto para a terra e emudeci.

16 E eis que um que tinha a semelhança dos filhos dos homens me tocou os lábios; então abri a boca e falei, e disse àquele que estava em pé diante de mim: Senhor meu, por causa da visão sobrevieram-me dores, e não retenho força alguma.

17 Como, pois, pode o servo do meu Senhor falar com o meu Senhor?

pois, quanto a mim, desde agora não resta força em mim, nem fôlego ficou em mim.

18 Então tornou a tocar-me um que tinha a semelhança dum homem, e me consolou.

19 E disse: Não temas, homem muito amado; paz seja contigo; sê forte, e tem bom ânimo. E quando ele falou comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste.

20 Ainda disse ele: Sabes por que eu vim a ti? Agora tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.

21 Contudo eu te declararei o que está gravado na escritura da verdade;

e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe.



Tempos e tempos, o livrinho de Daniel agora, quase 2500 anos de
escritos, talvez o mais difícíl ainda das Escrituras, em função
das peculiaridades, da importância e elementos envolvidos. Presente e passado.
Considerando vários ângulos existentes no texto em todos teremos alguma dúvida.

O fator histórico sabemos é muito abrangente, mais ainda, Jerusalém não foi
destruida uma vez apenas neste período; considerarando o simbólico,
significado oculto, possível, desta palavra. O fator personagens e elementos
presentes como reis, feras, dias e ungidos, todos possíveis de vagas conotações.

Não permitem uma redução segura para eventos e acontecimentos tendo em vista
a grande quantidade de possibilidades e interpretações. Nesta senda até mesmo
uma palavra chave caiu do pergaminho, para a maioria das traduções, assim feito,
poderia ser traduzida por - pecado ou sucessor. Tantos milhares de versículos
para isso ocorrer e foi logo justamente aqui no meio destes quatro acontecer.

Como afirma uma das traduções católicas. Então podemos imaginar os desvios
causados pela inserção arbitrária, precipitada e equivocada de Cristo neste contexto.
O ungido está pela grande maioria traduzido por Messias, ou Cristo, Jesus Cristo,
todos que tomaram este caminho ao que parece pela literatura que encontramos ou
pelas vias públicas como a internet, até o momento, parecem estar fora de rota.

A menos que dias, meses e semanas não sejam lineares, pois o hiato até o momento
está em quase dois mil anos. Se este critério não precisa ser observado, então
certamente não temos nenhum princípio ou definição seguros a considerar.
O tempo não é tempo por nós dimensionado. Onde quiser, chegaremos perfeitamente.
Daniel deixa claro, algumas vezes, que os acontecimentos são para os últimos dias.

Temos ainda feras, reis, príncipes, animais e guerras. Mas falando em guerras não temos descrição clara de nenhuma batalha entre tropas e exércitos e considerando o período passado até os dias de hoje, sabemos, não faltaram conflitos, sangrentos e armados, alguns em grandes dimensões, como as duas últimas grandes guerras.

As feras e os animais não podem ser literais logo a dificuldade em configurar com
precisão o símbolo e à época relacionada, pois os reinos neste caso não são eternos,
trata-se de reinos humanos, muitos se foram e ao que parece até mesmo de pouca
duração ainda poderão surgir.

Os reis e reinos também sugeridos, como Tito, Nero, Ciro, Antíoco, Babilônia,
Roma e Grécia, entre outros, por exemplo, também não permitem aplicação
intocável, fechada, aos detalhes e pormenores citados nas passagens.

Príncipes, reis e ungidos não podem ser considerados apenas simbolicamente
pois observamos referência ao céu e a terra, anjos e arcanjos também presentes.

Se tomados literalmente então outros paralelos e concordâncias contribuem para
solução procurada. Se temos citações de nomes, como Dario, por exemplo,
embora tenha dois darios, Nabucodonosor, entre outros, tentar um desvio parcial
poderá ser detectado quando recorremos a outros livros e profetas como
Apocalipse, Ezequiel, Isaias, Zacarias e Jeremias são destaques neste caso.
Ficando o erro assim mais acentuado e passível de correção.

Os estudos e pesquisas históricos e arqueológicos também são favoráveis aqui.
Mas nenhuma citação substantiva, própria, denotativa neste caso, refere-se a
posteridade, assim como datas, nomes ou números, por exemplo.
Exceção apenas ao Messias, que poderia ser substituido então por Cristo,
citado em algumas traduções, em outras, Ungido-chefe ou lider.
Não é possível, do ponto de vista restritivo, aproximação entre ambos.

Cristo, redentor, libertador; Ungido-lider, ou príncipe líder, sem pecado ou sem
sucessor, talvez. Alguém terá que sair?

No NT apenas duas vezes encontramos a citação, alusão ao Enviado;
não como Líder.

Senhora língua. Sujeita aos vícios, virus, limites e pecadores.
Aberta assim a porta, os designios dos céus à proeza e caprichos dos filhos da terra,
aos filhos do homem e aos filhos de Deus.

Tivemos esta pequena introdução alguns meses atrás, junho passado, e agora retonamos com esta nova e intrigante reflexão sobre o Apocalipse de João, dividiremos em três partes para melhor entendimento. Hoje teremos como texto base e principal o capítulo 7 referente à visão do trono, os 144 mil e a grande multidão com vestes brancas. Assim tentaremos alcançar os sete primeiros capítulos de forma didática e facilitada, como uma introdução de todo o livro.
Mas que mesmo assim será bastante extensa.

A segunda principal referência será Daniel de 1 a 7 também, indispensável, analisado e revelado cada capítulo. Os Salmos de Davi, Isaias, o fabuloso Jó de Ur, dos hebraicos;
Mateus, João, Aos Hebreus, e Pedro, dos Gregos nos apoiarão neste primeiro momento, encontraremos Paulo somente na segunda parte próxima, referente aos filhos de Deus.
Assim avançaremos de forma mais acessivel, simples e segura.

Temos um quadro de links com os textos que ilustram e complementam os discursos
e argumentos aqui relacionados.


APOCALIPSE 6


site completo - estudos

Vamos juntos, passo a passo com João e Daniel.











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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

MARCAS & MARCAS

A religião do consumo



O "Financial Times", de Londres, noticiou que a Young & Rubicam, uma das maiores agências de publicidade do mundo, divulgou a lista das dez grifes mais reconhecidas por 45.444 jovens e adultos de 19 países. São elas: Coca-Cola (35 milhões de unidades vendidas a cada hora), Disney, Nike, BMW, Porsche, Mercedes-Benz, Adidas, Rolls-Royce, Calvin Klein e Rolex."
As marcas constituem a nova religião. As pessoas se voltam a elas em busca de sentido", declarou um diretor da Young & Rubicam. Disse ainda que essas grifes "possuem paixão e dinamismo necessários para transformar o mundo e converter as pessoas em sua maneira de pensar".
A Fitch, consultoria londrina de design, no ano passado realçou o caráter "divino" dessas marcas famosas, assinalando que, aos domingos, as pessoas preferem o shopping à missa ou ao culto. Em favor de sua tese, a empresa evocou dois exemplos: desde 1991, cerca de 12 mil pessoas celebraram núpcias nos parques da DisneyWorld, e estão virando moda os féretros marca Halley, nos quais são enterrados os motoqueiros fissurados em produtos Halley-Davidson.
A tese não carece de lógica. Marx já havia denunciado o fetiche da mercadoria. Ainda engatinhando, a Revolução Industrial descobriu que as pessoas não querem apenas o necessário. Se dispõem de poder aquisitivo, adoram ostentar o supérfluo. A publicidade veio ajudar o supérfluo a impor-se como necessário.
A mercadoria, intermediária na relação entre seres humanos (pessoa-mercadoria-pessoa), passou a ocupar os pólos (mercadoria-pessoa-mercadoria). Se chego à casa de um amigo de ônibus, meu valor é inferior ao de quem chega de BMW. Isso vale para a camisa que visto ou o relógio que trago no pulso. Não sou eu, pessoa humana, que faço uso do objeto. É o produto, revestido de fetiche, que me imprime valor, aumentando a minha cotação no mercado das relações sociais. O que faria um Descartes neoliberal proclamar: "Consumo, logo existo". Fora do mercado não há salvação, alertam os novos sacerdotes da idolatria consumista.
Essa apropriação religiosa do mercado é evidente nos shopping-centers, tão bem criticados por José Saramago em A Caverna. Quase todos possuem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas. São os templos do deus mercado. Neles não se entra com qualquer traje, e sim com roupa de missa de domingo. Percorrem-se os seus claustros marmorizados ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Ali dentro tudo evoca o paraíso: não há mendigos nem pivetes, pobreza ou miséria. Com olhar devoto, o consumidor contempla as capelas que ostentam, em ricos nichos, os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode pagar à vista, sente-se no céu; quem recorre ao cheque especial ou ao crediário, no purgatório; quem não dispõe de recurso, no inferno. Na saída, entretanto, todos se irmanam na mesa "eucarística" do McDonald´s.
A Young & Rubicam comparou as agências de publicidade aos missionários que difundiram pelo mundo religiões como o cristianismo e o islamismo. "As religiões eram baseadas em idéias poderosas que conferiam significado e objetivo à vida", declarou o diretor da agência inglesa.
A fé imprime sentido subjetivo à vida, objetivando-a na prática do amor, enquanto um produto cria apenas a ilusória sensação de que, graças a ele, temos mais valor aos olhos alheios. O consumismo é a doença da baixa auto-estima. Um são Francisco de Assis ou Gandhi não necessitava de nenhum artifício para centrar-se em si e descentrar-se nos outros e em Deus.
O pecado original dessa nova "religião" é que, ao contrário das tradicionais, ela não é altruísta, é egoísta; não favorece a solidariedade, e sim a competitividade; não faz da vida dom, mas posse. E o que é pior: acena com o paraíso na Terra e manda o consumidor para a eternidade completamente desprovido de todos os bens que acumulou deste lado da vida.
A crítica do fetiche da mercadoria data de oito séculos antes de Cristo, conforme este texto do profeta Isaías: O carpinteiro mede a madeira, desenha a lápis uma figura, trabalha-a com o formão e aplica-lhe o compasso. Faz a escultura com medidas do corpo humano e com rosto de homem, para que essa imagem possa estar num templo de cedro. O próprio escultor usa parte dessa madeira para esquentar e assar seu pão; e também fabrica um deus e diante dele se ajoelha e faz uma oração, dizendo: "Salva-me, porque tu és o meu deus!" (44, 13-17).
Da religião do consumo não escapa nem o consumo da religião, apresentada como um remédio miraculoso, capaz de aliviar dores e angústias, garantir prosperidade e alegria. Enquanto isso, Ele tem fome e não lhe dão de comer (Mateus 25, 31-40).
fonte: Ética Global

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

GAFANHOTOS, RATOS E ESCORPIÕES


Malaquias 3
1
Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais; e o mensageiro da aliança, a quem vós desejais, eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos.
2
Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros.
3
E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao SENHOR trarão oferta em justiça.
4
E a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao SENHOR, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos.
5
E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos.
6
Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.
7
Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?
8
Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.
9
Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação.
10
Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.
11
E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.
12
E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos.
13
As vossas palavras foram agressivas para mim, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti?
14
Vós tendes dito: Inútil é servir a Deus; que nos aproveita termos cuidado em guardar os seus preceitos, e em andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos?
15
Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos; também os que cometem impiedade são edificados; sim, eles tentam a Deus, e escapam.
16
Então aqueles que temeram ao SENHOR falaram freqüentemente um ao outro; e o SENHOR atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o SENHOR, e para os que se lembraram do seu nome.
17
E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos; naquele dia serão para mim jóias; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve.
18
Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.

ervas e gafanhotos

Malaquias 4
1
Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo.
2
Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.
3
E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o SENHOR dos Exércitos.
4
Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos.
5
Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR;
6
E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

SIMPLES & COMPLEXAS. IIMAGENS









Hoje é...

Dia de oração, reflexão, adoração.

Ao Senhor do universo. Nosso Deus, Pai, verdadeiro e maravilhoso.

Teu nome, bendizemos. Iahweh.

Pelos filhos, pais, irmãos, parentes, amigos e desconhecidos.

Em nome de Jesus Cristo, teu Filho, nosso Rei e Salvador.

Amém.


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Vc conhece esta cara ?







e esta?








G i z é ?

e esta?















G i . . . é?
















Assim...



















Por que insistem tanto,
brincam, com o nome de Deus,

mas seu rosto...


ou assim?


















Quão sujos e sofisticados são os
teus pés que anunciam

coisas ruins!

E agora...











E agora, Joseph ?


e agora vc,










Vc que é sem nome,

CLIMAX ?

NUNCA MAIS!



E agora Gizé...

O clima acabou.

o dia não veio,

O povo sumiu,

A luz apagou!

e tudo mofou,

E agora José?

Está sem mulher,

está sem carinho,

Minas não há mais,

Se vc morresse,

mas vc não morre,

vc é duro José...

sozinho no escuro,

Qual bicho do mato...

Vc marcha José,

José, para onde ?

e agora José ?

vídeo