sábado, 4 de abril de 2009

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL



Aqui estão as:

sete primeiras semanas

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(24/08/2009)


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CAP 9 - AS 70 SEMANAS

CAP 10 - MIGUEL E OS CONFLITOS

CAP 11 - NORTE SUL

CAP 12 - DIAS FINAIS

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(apocalipse e daniel - parte I)

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Para o judeu e também para o grego:

07/09/2009

SEGUNDA PARTE - OFF

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18/05/2009

Vamos retomar alguns pontos sugeridos anteriormente,
agora avançando em maiores detalhes. Neste momento
consideraremos o ponto 3 - como os seis itens agendados
na profecia se cumpririam no espaço das setenta semanas.


Terceiro:

Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?


Vejamos:

a - acabar com a transgressão;
b - dar fim ao pecado;
c - expiar as culpas;

Faltam ainda 3, para o nosso caso apenas o primeiro item,
"acabar com a transgressão", já seria o suficiente.

Argumentos inúmeros aparecem tentando justificar seu
cumprimento ou remetendo para a última semana ainda
por vir, neste caso teremos que aceitar o tempo não linear,
ou seja, cumulativo mas com intervalos não considerados,
e assim necessariamente todos itens posteriores deveriam
também sucedê-los na última semana, contraditório,
o que torna difícil este caminho de interpretação.
Nossa conclusão a esse respeito é que temos um conjunto
de itens para um conjunto de períodos. Começando com o
fim da transgressão à unção do santíssimo, seguindo uma
ordem lógica dos acontecimentos em correlação com a
materialidade do tempo, este tomado em todas dimensões
por nós conhecidas, pois ele é, o tempo, um dos principais
elementos de todo o livro de Daniel. Ora apresentando-se
de forma científica, matemática, astronòmica; e outras,
de maneira espiritual, profética, adimensional, fantástica.
Mas nem por isso fugirá do corpo de relaçoes oferecidas
pelo próprio profeta e Escrituras, ou nos permitirá conclusões
ideológicas simplesmente. Este é o desafio.

Pela visão de alguns judeus peritos, colocam para o periodo
entre Ciro, Onias e Antíoco, explicando e encerrando todos
os detalhes envolvidos. Mas então considerando que é
perfeita a análise resta então ainda uma pergunta inevitável
ao tema: como que uma profecia desta dimensão não
seria assimilada por um único judeu dos tempos referidos?
Ou seja, Daniel era apenas para vitrine. Esta é uma questão
básica. Outros fatores e questões ainda surgem relativos aos
pormenores históricos que deixam margens para o abandono
desta linha escolhida. O princípio de fatos e tempos tomados
em conjuntos assim, completos satisfatoriamente neste caso,
mas a reflexão central, o sentido, ainda a desejar.


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Primeiros pontos a serem considerados:

Primeiro:

As sete semanas e as sessenta e duas estão
ligadas ou separadas. Para tanto os links sugeridos
abaixo podem ajudar inicialmente quanto a pontuação
massorética. Sete anos mais sessenta e dois?


Segundo:

Jerusalém será, ou seria, restaurada durante
ou após 62 semanas ?

Terceiro:

Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?

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links:

calendarios e medidas de tempos

hipolito de roma

jeremias

ezequiel

joel

zacarias

lideres ungidos

pedro - apostolo

jesus cristo

o verbo e a trindade

apocalipse literal

post inicial

notas


terça-feira, 31 de março de 2009

AS SETENTA SEMANAS

O texto completo será apresentado conforme
agendamos para 4-4-09


Mas faremos um comentário hoje a respeito.


24
Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo,

e sobre a tua santa cidade,

para cessar a transgressão,
e para dar fim aos pecados,
e para expiar a iniqüidade,
e trazer a justiça eterna,
e selar a visão e a profecia,
e para ungir o Santíssimo.

25
Sabe e entende: desde a saída da ordem


para restaurar, e para edificar a Jerusalém,

até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas,

e sessenta e duas semanas;

as ruas e o muro se reedificarão,
mas em tempos angustiosos.


26
E depois das sessenta e duas semanas

será cortado o Messias, mas não para si mesmo;

e o povo do príncipe, que há de vir,
destruirá a cidade e o santuário,
e o seu fim será com uma inundação;
e até ao fim haverá guerra;
estão determinadas as assolações.


O corte nestes versículos é proposital no sentido
de tentarmos acentuar a dificuldade para contextualizar
satisfatoriamente a mensagem e a informação trazida
por esta profecia.



Primeiro:
As sete semanas e as sessenta e duas estão
ligadas ou separadas. Para tanto os links sugeridos
abaixo podem ajudar inicialmente quanto a pontuação
massorética. Sete anos mais sessenta e dois?


Segundo:
Jerusalém será, ou seria, restaurada durante
ou após 62 semanas ?

Terceiro:
Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?

Quarto:
A tradução correta para "shavui" é semanal
periodos ou semana?

Quinto:
Para as traduções católicas "sucessor" para Jesus,
não é possível;
Para os evangelicos, "não estará", "não será",
não encontramos nenhum sentido.


Sexto:
A própria pontuação massorética não estaria
imune a equívocos frente ao estilo literário de
alguns versículos do profeta. O paralelismo
sintático, por exemplo?

Sétimo:
Semana, sétimos, setenários, periodos, conjunto
fixo de anos, mesmo contínuos ou intercalados,
como poderiam apresentar correspondência entre
algum calendário, judeu, gregoriano, entre muitos.
Entre o tempo, o calendário divino, cósmico e
absoluto, por exemplo. Céu e terra, como os números
se explicariam. Qual a sincronia, se possível?

Oitavo:
Uma profecia bíblica nunca estará isolada, privativa,
onde está a concordância, a coesão com outras do
livro de Daniel, com Apocalipse e com a própria Bíblia?


Enfim, citamos apenas alguns pontos no momento
mas tantos outros ainda irão surgir, o mais
importante é não negligenciar a importância desta
profecia que dificilmente será assimilada apenas
pela razão, humanos imperfeitos e vulneráveis aos
piores interesses se não revestidos da armadura
da fé serão sempre vítimas fáceis do inimigo.
Vou lembrar apenas dois tristes exemplos históricos:
A destruição da cidade santa em 70 e o holocausto
de 45. Estão diretamente relacionados com esta
atenção que ressaltamos. Mais que isso, impossível.
Poderiam muito bem não terem sidos surpreendidos
apenas estudando Daniel, e acreditando.
Os inimigos não conseguiriam.
Bem, não vou entrar em detalhes no momento,
isso é mais pra frente, logo ai em cima, no próximo post,
teremos muito, muito a considerar junto com
os pontos iniciais propostos.

Pra finalizar este post vejamos como fica o versículo 25
com o estilo literário que somente alguém especial como
este profeta poderia ter:

25
Sabe e compreende: Do surgimento da Palavra até um

Chefe-Ungido, haverá sete semanas* e 62 semanas para
a reconstrução de Jerusalém.

Depois:
Jerusalém, reaparecerá. Será reedificada com praças

e fossos, mas com angústia e dificuldades;
Chefe-Ungido, será
eliminado. E ninguém lhe sucederá.

Simples, orações coordenadas e um paralelismo sintático
perfeito. Perdido, destruido, confuso por 25 séculos.

O enunciado desta profecia neste versículo
é proferido de forma duplo, coeso,
paralelo, encadeado, coordenado e simétrico.

Referências: Às sete semanas
e as sessenta e duas semanas.

A primeira: Da Promulgação da Palavra, Jesus
Cristo, ao Chefe Ungido, Hipólito;
A segunda: Da destruição, ao reaparecimento de Jerusalém.

O estilo de premissas concatenadas por algum
momento nos lembra algumas adivinhações da infância.
Ela começa: Sabe e compreende...
um convite a interpretação.
Estariam seladas, pelo menos até João em 96,
tudo bem, certo...agora, quase impossível
que alguém imaginaria que depois deste tempo
estariam mais ainda, incrivelmente embaralhadas.

Agora: clicar e ver.

Amém!


links:

TEXTO 1

TEXTO 2

TEXTO 3

TEXTO 4

TEXTO 5

TEXTO 6

TEXTO 7

TEXTO 8

TEXTO 9

TEXTO 10

TEXTO 11

TEXTO 12

TEXTO 13

TEXTO 14

TEXTO 15

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

APOCALIPSE 6

Vamos trabalhar inicialmente com as profecias do Apocalipse de forma seriada tendo em vista a quantidade e abrangência dos elementos em questão. Dividiremos em três partes principais, de 1 a 7, 8 a 14 e 15 a 22. Veremos que cada série pode ser vista não somente como parte do conjunto mas também como pequena versão praticamente completa, mesmo independente, evoluindo progressivamente sem comprometer a mensagem principal. A idéia de holograma aqui nos faz pensar. Isto porque na parte inicial serão apresentadas as trombetas, os selos e as sete igrejas, referindo-se a advertências e conselhos, recompensas e dificuldades ao povo de Deus e o anúncio dos castigos e dramas futuros para os apartados. Enfocados principalmente nos capítulos de 4 a 7. Na segunda série esta visão é retomada por João com novos esclarecimentos mais detalhados, como as pragas, as bestas, a mulher, e os escolhidos; na terceira e última, novos elementos são apresentados de forma mais conclusiva e revelada, o armagedom, e o destino final dos justos e impios. Em todas partes os mesmos elementos estão presentes de forma característica, em harmonias com os contextos acentuando o estilo e novas informações.

Nesta primeira parte o céu e as criaturas espirituais são apresentadas e relatadas em sintonia com os profetas e os livros do hebraico. Não nos deteremos neste momento às descrições e explicações da linguagem escolhidas, exigem argumentos específicos que nem sempre colaboram para fácil acesso a mensagem principal desta etapa. Ficará mais simples em outro momento futuro após o entendimento da concordância destas passagens com o livro de Daniel. Nestes primeiros capítulos já estão presentes a perseguição aos santos, heresias, os mártires, as feras, o leão e o urso, o sonho da árvore e as quatro palavras, assim será interessante voltarmos para esta direção.

Todo estudo será feito neste espaço, no blog, acrescentado diariamente neste mesmo artigo, intitulado Apocalipse 6, os links necessários aqui serão colocados e sugeridos. A parte conclusiva será Apocalipse 7, artigo independente posterior, tendo em vista a relevância, a complexidade da profecia e extensão dos comentários sobre a mesma. O trono, doze tribos e a grande multidão.

Nossa análise e linha de pesquisa é a literal, pois assim começamos com Daniel, as figuras ali envolvidas tiveram uma correspondência objetiva, unívoca e inequívoca com datas e personagens de nossa história, de babilônia espiritual, seus filhos e filhas, consultas em vários sites e fontes mais diversas até o momento possíveis. Apenas fazemos uma ressalva para a última fera, que arbitrariamente, mas a título apenas de ilustração, denominamos de (Drakon), já acrescentamos os parênteses, pois o autor não faz nenhum a referência sobre algum animal que conhecemos, apenas uma descrição genérica sobre o mesmo. Diversa de alguns eruditos e religiosos que a vinculam diretamente, literalmente, a Nero de Roma, ou Diocleciano, por exemplo, enfim a algum personagem tirano da história dos primeiros cristãos, ou à própria Roma. Uma senhora irresponsabilidade ao nosso ver, pois é evidente a violação de conteúdo da obra tendo em vista que já estamos a vinte séculos deste obscuro cumprimento.

Qualquer crítica ou comentário será bem-vindo.

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ORION-URSA - SITE
APOCALIPSE TRIDIMENSIONAL
OS QUATRO CAVALEIROS - KNOL
SOBRE OS NUMEROS DO APOCALIPSE
SOBRE O ALFA E OMEGA
OS SETES INICIAS
O NÚMERO SETE
QUADRO INICIAL E AS SETE IGREJAS
APOCALIPSE, DANIEL E PROFETAS
APOCALIPSE, MATEUS E APOSTOLOS
DANIEL E APOCALIPSE DIAGRAM COLOR


DANIEL 9 - TRADUÇÕES CONFUSAS
DANIEL 10 - TRADUÇÕES CONFUSAS
DANIEL 11 - TRADUÇÕES CONFUSAS
DANIEL 12 - TRADUÇÕES CONFUSAS
APOCALIPSE 7 - TRADUÇÕES CONFUSAS
APOCALIPSE 6 - Bloco de Notas
AS SETE IGREJAS - Bloco de Notas
SOBRE O ALFA E OMEGA - Bloco de Notas

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

APOCALIPSE - UM LIVRO LITERAL

Estamos começando os estudos relativos a segunda parte do livro de Daniel mas faremos uma pequena pausa para ver os seis primeiros capítulos do Apocalipse, assim acreditamos ficar mais claro algumas passagens mais dificeis encontradas nas setenta semanas, o abominador, os tempos, a ressurreição, os santos, entre outras, por exemplo.

Esperamos ter contribuido para compreensão das feras, babilônia, os sonhos e as épocas, trazendo uma realidade difícil, sim; mas em compensação esclarecido para aqueles exigentes quanto às questões mal explicadas por tantos gafanhotos que já aparecem secos, cambaleantes sobre a vegetação, tendo em vista seu curto ciclo de vida e suas mentiras.

O estrago foi grande, já começamos a tropeçar nos mortos pelas ruas, precisaremos de muita força, fé e oração enfrentar tanta frieza, resistência, oposição e descrença do mundo do abismo, guerras e confusão, indiferentes a qualquer sinal, ou manifestação amorosa da parte do Criador que jamais abandonará seu povo, mas também terá que fazer justiça e limpar o planeta.

Urgente mais e ainda mais uma vez lembrar que toda profecia será cumprida, que toda a verdade será dita e revelada, o próprio Deus tem providenciado, deve ser ouvida, acolhida, não há mais tempo para adiamentos ou pretextos pequenos frente à realidade difícil que se aproxima, como nunca antes. As tigelas se acumulam, agravam progresivamente, e a quarta não esfriará frente à quinta no trono. Quem se der ao trabalho de conhecer pelo menos um pouco as Escrituras verá que não se trata de exploração alarmista, não. Mas providência bondosa de Deus. O cronograma será cumprido, estamos apenas em Daniel, Zacarias, Ezequiel e encontramos avisos diretos a fase que estamos atravessando, citados como últimos dias, mais a frente um pouco e vai ficando bem mais complicado, sério, com Amós, Miquéias e assim por diante, até onde então resistirão os mais surdos?

Todo e qualquer esforço olvidado ainda será pequeno frente a tantas dificuldades, mas em muito será compensado, não só entender os avisos mas também fazer cada um sua própria parte, estaremos construindo passo-a-passo a própria salvação e de outros próximos talvez.


A sobrevivência não será questão de poder, dinheiro, status, ou coisa parecida, mas de fé, conhecimento, luta espiritual, e devoção. Conversão. Significando não apenas estar vivo, muito mais ainda, com direito ao milênio às suas portas. Esta é nossa principal mensagem para aqueles que já sairam do domínio do anticristo, das garras do falso profeta, ou ainda estão buscando o sabor, o brilho da verdade, que está fora de babilônia. Precisamos de união.
Babi e seus amantes não se entregarão facilmente.

Os Profetas de Javé são especiais, divinos, geniais, Ele providenciou assessores judeus para seu povo, outros nem tanto, mas a riqueza de suas mensagens deve ser procurada, valorizada e desejada como tesouro às nossas mãos, em qualquer parte da terra.

Vamos navegar no Apocalypse of John, com o Espírito Santo ficará mais fácil. Será mais lento e trabalhoso que Daniel em virtude de agora traduzirmos tudo para mais um idioma, o mais procurado na web, o inglês, ao qual temos domínio apenas razoável. Se alguém puder dá uma mãozinha será muito bem vinda.

Paz, fé e amor hoje para sempre. Em nome de Jesus.

Amém!





A SUJÍSSIMA TRINDADE

AS SETENTA SEMANAS

ORION-URSA