O mar anterior a nós, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
'Splendia sobre sobre as naus da iniciação.
Linha severa da longínqua costa ---
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstracta linha.
O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp'rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte ---
Os beijos merecidos da Verdade.
Fernando Pessoa
sexta-feira, 24 de abril de 2009
HORIZONTE
sábado, 11 de abril de 2009
A medida do tempo
A história os padrões, ciclos e engenharias modernas.
A medida do tempo
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sábado, 4 de abril de 2009
AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL
Aqui estão as:
sete primeiras semanas
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
PRIMEIRA PARTE - HTML
A ESTÁTUA
A GRANDE ÁRVORE
QUATRO PALAVRAS
QUATRO FERAS
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Para o judeu e também para o grego:
18/05/2009
Vamos retomar alguns pontos sugeridos anteriormente,
agora avançando em maiores detalhes. Neste momento
consideraremos o ponto 3 - como os seis itens agendados
na profecia se cumpririam no espaço das setenta semanas.
Terceiro:
Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?
Vejamos:
a - acabar com a transgressão;
b - dar fim ao pecado;
c - expiar as culpas;
Faltam ainda 3, para o nosso caso apenas o primeiro item,
"acabar com a transgressão", já seria o suficiente.
Argumentos inúmeros aparecem tentando justificar seu
cumprimento ou remetendo para a última semana ainda
por vir, neste caso teremos que aceitar o tempo não linear,
ou seja, cumulativo mas com intervalos não considerados,
e assim necessariamente todos itens posteriores deveriam
também sucedê-los na última semana, contraditório,
o que torna difícil este caminho de interpretação.
Nossa conclusão a esse respeito é que temos um conjunto
de itens para um conjunto de períodos. Começando com o
fim da transgressão à unção do santíssimo, seguindo uma
ordem lógica dos acontecimentos em correlação com a
materialidade do tempo, este tomado em todas dimensões
por nós conhecidas, pois ele é, o tempo, um dos principais
elementos de todo o livro de Daniel. Ora apresentando-se
de forma científica, matemática, astronòmica; e outras,
de maneira espiritual, profética, adimensional, fantástica.
Mas nem por isso fugirá do corpo de relaçoes oferecidas
pelo próprio profeta e Escrituras, ou nos permitirá conclusões
ideológicas simplesmente. Este é o desafio.
Pela visão de alguns judeus peritos, colocam para o periodo
entre Ciro, Onias e Antíoco, explicando e encerrando todos
os detalhes envolvidos. Mas então considerando que é
perfeita a análise resta então ainda uma pergunta inevitável
ao tema: como que uma profecia desta dimensão não
seria assimilada por um único judeu dos tempos referidos?
Ou seja, Daniel era apenas para vitrine. Esta é uma questão
básica. Outros fatores e questões ainda surgem relativos aos
pormenores históricos que deixam margens para o abandono
desta linha escolhida. O princípio de fatos e tempos tomados
em conjuntos assim, completos satisfatoriamente neste caso,
mas a reflexão central, o sentido, ainda a desejar.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Primeiros pontos a serem considerados:
Primeiro:
As sete semanas e as sessenta e duas estão
ligadas ou separadas. Para tanto os links sugeridos
abaixo podem ajudar inicialmente quanto a pontuação
massorética. Sete anos mais sessenta e dois?
Segundo:
Jerusalém será, ou seria, restaurada durante
ou após 62 semanas ?
Terceiro:
Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
links:
calendarios e medidas de tempos
hipolito de roma
PRIMEIRA PARTE - HTML
A ESTÁTUA
A GRANDE ÁRVORE
QUATRO PALAVRAS
QUATRO FERAS
(24/08/2009)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
CAP 9 - AS 70 SEMANAS
CAP 10 - MIGUEL E OS CONFLITOS
CAP 11 - NORTE SUL
CAP 12 - DIAS FINAIS
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(apocalipse e daniel - parte I)
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Para o judeu e também para o grego:
07/09/2009
SEGUNDA PARTE - OFF
SEGUNDA PARTE - OFF
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
18/05/2009
Vamos retomar alguns pontos sugeridos anteriormente,
agora avançando em maiores detalhes. Neste momento
consideraremos o ponto 3 - como os seis itens agendados
na profecia se cumpririam no espaço das setenta semanas.
Terceiro:
Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?
Vejamos:
a - acabar com a transgressão;
b - dar fim ao pecado;
c - expiar as culpas;
Faltam ainda 3, para o nosso caso apenas o primeiro item,
"acabar com a transgressão", já seria o suficiente.
Argumentos inúmeros aparecem tentando justificar seu
cumprimento ou remetendo para a última semana ainda
por vir, neste caso teremos que aceitar o tempo não linear,
ou seja, cumulativo mas com intervalos não considerados,
e assim necessariamente todos itens posteriores deveriam
também sucedê-los na última semana, contraditório,
o que torna difícil este caminho de interpretação.
Nossa conclusão a esse respeito é que temos um conjunto
de itens para um conjunto de períodos. Começando com o
fim da transgressão à unção do santíssimo, seguindo uma
ordem lógica dos acontecimentos em correlação com a
materialidade do tempo, este tomado em todas dimensões
por nós conhecidas, pois ele é, o tempo, um dos principais
elementos de todo o livro de Daniel. Ora apresentando-se
de forma científica, matemática, astronòmica; e outras,
de maneira espiritual, profética, adimensional, fantástica.
Mas nem por isso fugirá do corpo de relaçoes oferecidas
pelo próprio profeta e Escrituras, ou nos permitirá conclusões
ideológicas simplesmente. Este é o desafio.
Pela visão de alguns judeus peritos, colocam para o periodo
entre Ciro, Onias e Antíoco, explicando e encerrando todos
os detalhes envolvidos. Mas então considerando que é
perfeita a análise resta então ainda uma pergunta inevitável
ao tema: como que uma profecia desta dimensão não
seria assimilada por um único judeu dos tempos referidos?
Ou seja, Daniel era apenas para vitrine. Esta é uma questão
básica. Outros fatores e questões ainda surgem relativos aos
pormenores históricos que deixam margens para o abandono
desta linha escolhida. O princípio de fatos e tempos tomados
em conjuntos assim, completos satisfatoriamente neste caso,
mas a reflexão central, o sentido, ainda a desejar.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Primeiros pontos a serem considerados:
Primeiro:
As sete semanas e as sessenta e duas estão
ligadas ou separadas. Para tanto os links sugeridos
abaixo podem ajudar inicialmente quanto a pontuação
massorética. Sete anos mais sessenta e dois?
Segundo:
Jerusalém será, ou seria, restaurada durante
ou após 62 semanas ?
Terceiro:
Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
links:
calendarios e medidas de tempos
hipolito de roma
jeremias
ezequiel
joel
zacarias
terça-feira, 31 de março de 2009
AS SETENTA SEMANAS
O texto completo será apresentado conforme
agendamos para 4-4-09
Mas faremos um comentário hoje a respeito.
24
Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo,
e sobre a tua santa cidade,
para cessar a transgressão,
e para dar fim aos pecados,
e para expiar a iniqüidade,
e trazer a justiça eterna,
e selar a visão e a profecia,
e para ungir o Santíssimo.
25
Sabe e entende: desde a saída da ordem
para restaurar, e para edificar a Jerusalém,
até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas,
e sessenta e duas semanas;
as ruas e o muro se reedificarão,
mas em tempos angustiosos.
26
E depois das sessenta e duas semanas
será cortado o Messias, mas não para si mesmo;
e o povo do príncipe, que há de vir,
destruirá a cidade e o santuário,
e o seu fim será com uma inundação;
e até ao fim haverá guerra;
estão determinadas as assolações.
O corte nestes versículos é proposital no sentido
de tentarmos acentuar a dificuldade para contextualizar
satisfatoriamente a mensagem e a informação trazida
por esta profecia.
Primeiro:
As sete semanas e as sessenta e duas estão
ligadas ou separadas. Para tanto os links sugeridos
abaixo podem ajudar inicialmente quanto a pontuação
massorética. Sete anos mais sessenta e dois?
Segundo:
Jerusalém será, ou seria, restaurada durante
ou após 62 semanas ?
Terceiro:
Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?
Quarto:
A tradução correta para "shavui" é semanal
periodos ou semana?
Quinto:
Para as traduções católicas "sucessor" para Jesus,
não é possível;
Para os evangelicos, "não estará", "não será",
não encontramos nenhum sentido.
Sexto:
A própria pontuação massorética não estaria
imune a equívocos frente ao estilo literário de
alguns versículos do profeta. O paralelismo
sintático, por exemplo?
Sétimo:
Semana, sétimos, setenários, periodos, conjunto
fixo de anos, mesmo contínuos ou intercalados,
como poderiam apresentar correspondência entre
algum calendário, judeu, gregoriano, entre muitos.
Entre o tempo, o calendário divino, cósmico e
absoluto, por exemplo. Céu e terra, como os números
se explicariam. Qual a sincronia, se possível?
Oitavo:
Uma profecia bíblica nunca estará isolada, privativa,
onde está a concordância, a coesão com outras do
livro de Daniel, com Apocalipse e com a própria Bíblia?
Enfim, citamos apenas alguns pontos no momento
mas tantos outros ainda irão surgir, o mais
importante é não negligenciar a importância desta
profecia que dificilmente será assimilada apenas
pela razão, humanos imperfeitos e vulneráveis aos
piores interesses se não revestidos da armadura
da fé serão sempre vítimas fáceis do inimigo.
Vou lembrar apenas dois tristes exemplos históricos:
A destruição da cidade santa em 70 e o holocausto
de 45. Estão diretamente relacionados com esta
atenção que ressaltamos. Mais que isso, impossível.
Poderiam muito bem não terem sidos surpreendidos
apenas estudando Daniel, e acreditando.
Os inimigos não conseguiriam.
Bem, não vou entrar em detalhes no momento,
isso é mais pra frente, logo ai em cima, no próximo post,
teremos muito, muito a considerar junto com
os pontos iniciais propostos.
Pra finalizar este post vejamos como fica o versículo 25
com o estilo literário que somente alguém especial como
este profeta poderia ter:
25
Sabe e compreende: Do surgimento da Palavra até um
Chefe-Ungido, haverá sete semanas* e 62 semanas para
a reconstrução de Jerusalém.
Depois:
Jerusalém, reaparecerá. Será reedificada com praças
e fossos, mas com angústia e dificuldades;
Chefe-Ungido, será eliminado. E ninguém lhe sucederá.
Simples, orações coordenadas e um paralelismo sintático
perfeito. Perdido, destruido, confuso por 25 séculos.
O enunciado desta profecia neste versículo
é proferido de forma duplo, coeso,
paralelo, encadeado, coordenado e simétrico.
Referências: Às sete semanas
e as sessenta e duas semanas.
A primeira: Da Promulgação da Palavra, Jesus
Cristo, ao Chefe Ungido, Hipólito;
A segunda: Da destruição, ao reaparecimento de Jerusalém.
O estilo de premissas concatenadas por algum
momento nos lembra algumas adivinhações da infância.
Ela começa: Sabe e compreende...
um convite a interpretação.
Estariam seladas, pelo menos até João em 96,
tudo bem, certo...agora, quase impossível
que alguém imaginaria que depois deste tempo
estariam mais ainda, incrivelmente embaralhadas.
Agora: clicar e ver.
Amém!
links:
TEXTO 1
TEXTO 2
TEXTO 3
TEXTO 4
TEXTO 5
TEXTO 6
TEXTO 7
TEXTO 8
TEXTO 9
TEXTO 10
TEXTO 11
TEXTO 12
TEXTO 13
TEXTO 14
TEXTO 15
agendamos para 4-4-09
Mas faremos um comentário hoje a respeito.
24
Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo,
e sobre a tua santa cidade,
para cessar a transgressão,
e para dar fim aos pecados,
e para expiar a iniqüidade,
e trazer a justiça eterna,
e selar a visão e a profecia,
e para ungir o Santíssimo.
25
Sabe e entende: desde a saída da ordem
para restaurar, e para edificar a Jerusalém,
até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas,
e sessenta e duas semanas;
as ruas e o muro se reedificarão,
mas em tempos angustiosos.
26
E depois das sessenta e duas semanas
será cortado o Messias, mas não para si mesmo;
e o povo do príncipe, que há de vir,
destruirá a cidade e o santuário,
e o seu fim será com uma inundação;
e até ao fim haverá guerra;
estão determinadas as assolações.
O corte nestes versículos é proposital no sentido
de tentarmos acentuar a dificuldade para contextualizar
satisfatoriamente a mensagem e a informação trazida
por esta profecia.
Primeiro:
As sete semanas e as sessenta e duas estão
ligadas ou separadas. Para tanto os links sugeridos
abaixo podem ajudar inicialmente quanto a pontuação
massorética. Sete anos mais sessenta e dois?
Segundo:
Jerusalém será, ou seria, restaurada durante
ou após 62 semanas ?
Terceiro:
Como 70 semanas, conjunto de 7 anos, ou setenta,
ou setecentos, seriam cumpridas para os 6 itens
agendados inicialmente tendo em vista nossa fase
atual, o futuro e o passado, os fatos históricos
que conhecemos ?
Quarto:
A tradução correta para "shavui" é semanal
periodos ou semana?
Quinto:
Para as traduções católicas "sucessor" para Jesus,
não é possível;
Para os evangelicos, "não estará", "não será",
não encontramos nenhum sentido.
Sexto:
A própria pontuação massorética não estaria
imune a equívocos frente ao estilo literário de
alguns versículos do profeta. O paralelismo
sintático, por exemplo?
Sétimo:
Semana, sétimos, setenários, periodos, conjunto
fixo de anos, mesmo contínuos ou intercalados,
como poderiam apresentar correspondência entre
algum calendário, judeu, gregoriano, entre muitos.
Entre o tempo, o calendário divino, cósmico e
absoluto, por exemplo. Céu e terra, como os números
se explicariam. Qual a sincronia, se possível?
Oitavo:
Uma profecia bíblica nunca estará isolada, privativa,
onde está a concordância, a coesão com outras do
livro de Daniel, com Apocalipse e com a própria Bíblia?
Enfim, citamos apenas alguns pontos no momento
mas tantos outros ainda irão surgir, o mais
importante é não negligenciar a importância desta
profecia que dificilmente será assimilada apenas
pela razão, humanos imperfeitos e vulneráveis aos
piores interesses se não revestidos da armadura
da fé serão sempre vítimas fáceis do inimigo.
Vou lembrar apenas dois tristes exemplos históricos:
A destruição da cidade santa em 70 e o holocausto
de 45. Estão diretamente relacionados com esta
atenção que ressaltamos. Mais que isso, impossível.
Poderiam muito bem não terem sidos surpreendidos
apenas estudando Daniel, e acreditando.
Os inimigos não conseguiriam.
Bem, não vou entrar em detalhes no momento,
isso é mais pra frente, logo ai em cima, no próximo post,
teremos muito, muito a considerar junto com
os pontos iniciais propostos.
Pra finalizar este post vejamos como fica o versículo 25
com o estilo literário que somente alguém especial como
este profeta poderia ter:
25
Sabe e compreende: Do surgimento da Palavra até um
Chefe-Ungido, haverá sete semanas* e 62 semanas para
a reconstrução de Jerusalém.
Depois:
Jerusalém, reaparecerá. Será reedificada com praças
e fossos, mas com angústia e dificuldades;
Chefe-Ungido, será eliminado. E ninguém lhe sucederá.
Simples, orações coordenadas e um paralelismo sintático
perfeito. Perdido, destruido, confuso por 25 séculos.
O enunciado desta profecia neste versículo
é proferido de forma duplo, coeso,
paralelo, encadeado, coordenado e simétrico.
Referências: Às sete semanas
e as sessenta e duas semanas.
A primeira: Da Promulgação da Palavra, Jesus
Cristo, ao Chefe Ungido, Hipólito;
A segunda: Da destruição, ao reaparecimento de Jerusalém.
O estilo de premissas concatenadas por algum
momento nos lembra algumas adivinhações da infância.
Ela começa: Sabe e compreende...
um convite a interpretação.
Estariam seladas, pelo menos até João em 96,
tudo bem, certo...agora, quase impossível
que alguém imaginaria que depois deste tempo
estariam mais ainda, incrivelmente embaralhadas.
Agora: clicar e ver.
Amém!
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